PATRÍCIA NEME

Assim eu sou:

Singeleza


Pés libertos da austera prisão dos sapatos,
prato fundo com leite, café, pão migado;
reviver a família, em velhos retratos...
Meu cachorro dormindo, aqui, bem ao meu lado.

No aconchego de amigos, instantes pacatos;
repartir chão e amor com o irmão deserdado.
Minha Mãe... Sempre exemplos de amor em seus atos...
Fé, que torna o caminho seguro e sagrado.

Girassóis a sorrir, Bach, Beethoven, Tagore...
Ousar crer que um amor em meu peito inda ancore...
Não temer fenecer, no declínio da idade,

pois no passar dos anos, a felicidade,
que qualquer desventura, ou sofrer, suaviza:
meu cantar de poeta... E ser "vó" da Luíza!

Assim eu fiz:

          Curso superior em Design; curso técnico de Tradutora e Intérprete (alemão, espanhol) realizados na Alemanha.

As seguintes entidades reconheceram os meus versos:

         Federação das Academias de Letras do Brasil
         Assoc. De Jornalistas e Escritoras do Brasil/Secção Ceará
         Assoc. Brasileira de Poetas e Escritores/Secção Paraná
         Academia de Letras e Artes de Paranapuã/RJ
         Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais
         Assoc. de Escritores de Bragança Paulista/SP
         Sociedade de Cultura Latina do Brasil/Secção Mogi das Cruzes/SP
         Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafayete/MG
         Academia Ponta-Grossense de Letras e Artes
         Assoc. de Mantenedores Beneficiários da Petros (Petrobrás)
         Academia Maçônica de Letras do Distrito Federal
         Núcleo de Arte e Cultura do Literal Paulista
         Academia Divinopolitana de Letras/MG
         Academia de Letras e Artes de Araguari/MG
         Grupo Cultural Pórtico de Salvador/BA
         Assoc. Niteroiense de Escritores, Prêmio Florbela Espanca
         Jornal Ação Cultural/RJ
         Grupo Sul-Mineiro de Poesia
         Academia de Letras de Jequié/BA
         Secretaria Municipal de Turismo de Santana do Parnaíba/SP
         Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro,
         Prefeitura Municipal de Tietê/SP
         Prefeitura do Município de Itapetininga/SP
         Noite e Poesia de Tatuí/SP
         Assoc. Profissional de Poetas do Estado do Rio de Janeiro
         Festival Poético de Cornélio Procópio/PR
         Prefeitura do Município de São Paulo/SP

Aqui eu vivo:

         O Estado do Tocantins está localizado no Centro Geodésico do Brasil e possui uma área de 278.420,7 Km2. Com uma população de 1.157.098 (IBGE 2000), o Estado faz divisa com seis Estados: Pará, Maranhão, Piauí, Bahia, Mato Grosso e Goiás. Por estar em uma área de transição, apresenta características climáticas e físicas tanto da Amazônia Legal quanto da zona central do Brasil, com duas estações: seca e chuvosa.
         O clima é tropical e a vegetação predominante é o cerrado, que cobre 87,8% da área total do Estado. O restante é ocupado por florestas. O relevo tocantinense é formado por depressões na maior parte do território, planaltos a Sul e Nordeste, e planícies na região central. O ponto mais elevado é a Serra Traíras (1.340 metros). O Tocantins é dono de muitas belezas naturais, entre elas a Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo, localizada na região sudoeste do Estado, onde também estão o Parque Nacional do Araguaia e o Parque Nacional Indígena.
         A maior bacia hidrográfica totalmente brasileira também está localizada no Estado - a bacia do rio Tocantins - Araguaia com uma área superior a 800.000 km2. Seu principal rio formador é o Tocantins, cuja nascente localiza-se no estado de Goiás, ao norte da cidade de Brasília. Dentre os principais afluentes da bacia Tocantins – Araguaia destacam-se os rios do Sono, Palma e Manuel Alves, todos localizados na margem direita do rio Araguaia.
          Um dos mais belos estados deste país, infelizmente o Tocantins ainda pode ser considerado uma capitania hereditária, cujos dois principais donatários, violentando ética, moral e os direitos de cidadania legalmente constituídos, têm por único objetivo a auto-promoção, o enriquecimento ilícito e o nepotismo. E ao povo... o abandono, a miséria, a opressão. Se mencionarmos as etnias indígenas, os bravos xerentes, krahôs, apinajés, karajás, javaés e xambioás... a eles, as mais remotas condições de sobrevivência, porém podendo dispor de uma cota para ingresso em universidades (o que não é só privilégio local, reconheço).

Endereços na Internet onde tenha site ou trabalhos de sua autoria

http://www.crlemberg.com/poet000/poet005_patricia/005.0_bipopat.htm
http://www.fernandaguimaraes.com.br/amigospoetas_patricia.htm

Jovem índios da etnia xerente.

Ancião índios da etnia xerente.

Encontro dos rios Araguaia e Tocantins.

Rio tocantins.

 

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